terça-feira, 22 de maio de 2012

HIPÓTESES DE ESCRITA

                                     Hipóteses de Escrita


·                     Pré-silábica, sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras. O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de “escritos” (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras. A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
·                     Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra, mas não entre as palavras. A leitura do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
·                     Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra e entre as palavras (variação qualitativa intrafigural e interfigural). Neste nível, o aluno considera que coisas diferentes devem ser escritas de forma diferente. A leitura do escrito continua global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
·                     Silábica sem valor sonoro convencional. Cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada.
·                     Silábica com valor sonoro convencional. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, em geral representada pela vogal, mas não exclusivamente. A leitura é silabada.
·                     Silábico-alfabética. Este nível marca a transição do aluno da hipótese silábica para a hipótese alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.
·                     Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba. Agora, falta-lhe dominar as convenções ortográficas.
·                     Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba e também domina as convenções ortográficas.

FASES DA ESCRITA


TESTES DE 1 A 9: INTERPRETAÇÃO de HIPÓTESES de ESCRITA

http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/teste-hipoteses-de-escrita-dos-alunos.shtml?pergunta=1

Interpretação de hipóteses de escrita

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Qual é a hipótese de escrita de Renata?

 Pré-silábica, sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras. O aluno diferencia desenhos (que não podem ser lidos) de “escritos” (que podem ser lidos), mesmo que sejam compostos por grafismos, símbolos ou letras. A leitura que realiza do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
 Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra, mas não entre as palavras. A leitura do escrito é sempre global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
 Pré-silábica com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra e entre as palavras (variação qualitativa intrafigural e interfigural). Neste nível, o aluno considera que coisas diferentes devem ser escritas de forma diferente. A leitura do escrito continua global, com o dedo deslizando por todo o registro escrito.
 Silábica sem valor sonoro convencional. Cada letra ou símbolo corresponde a uma sílaba falada, mas o que se escreve ainda não tem correspondência com o som convencional daquela sílaba. A leitura é silabada.
 Silábica com valor sonoro convencional. Cada letra corresponde a uma sílaba falada e o que se escreve tem correspondência com o som convencional daquela sílaba, em geral representada pela vogal, mas não exclusivamente. A leitura é silabada.
 Silábico-alfabética. Este nível marca a transição do aluno da hipótese silábica para a hipótese alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.
 Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba. Agora, falta-lhe dominar as convenções ortográficas.
 Alfabética. Neste estágio, o aluno já compreendeu o sistema de escrita, entendendo que cada um dos caracteres da palavra corresponde a um valor sonoro menor do que a sílaba e também domina as convenções ortográficas.
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Psicogênese da Língua Escrita, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, 300 págs., Ed. Artmed, 52 reais

Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (PROFA), Guia do Formador do Módulo I
 
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PROFA - GUIA DO FORMADOR - PORTAL MEC

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/guia_for_1.pdf


segunda-feira, 21 de maio de 2012


OBS.: ROTEIRO ESTÁGIO APENAS P/ VISUALIZAÇÃO

(aqui tem 1 slogan que não dá p/ colar: Enviarei por email)

ESTÁGIO CURRICULAR



RA:
ALUNO:
CURSO:
UNIDADE DE ENSINO E TURMA:



Horas cumpridas: (----) Educação Infantil
                                                                     (----) Ensino Fundamental
                                       (----) Gestão Escolar



Avaliação Final do Relatório do Estágio Curricular:

(      ) Satisfatório                (      ) Insatisfatório

                   




Coordenador: ______________________________________________
           (Assinatura e Carimbo do Coordenador)
_____/_____/_________












 




NOME DO (A) AUTOR (A)



 
Relatório de Estágio
- Educação Infantil
- Ensino Fundamental
- Gestão
OBSERVAÇÃO: FAZER UMA CAPA PARA CADA RELÁTORIO ESPECIFÍCANDO A MODALIDADE (SE É EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL OU GESTÃO).






 

 

 

 

Cidade do Curso - Turma

Mês/Ano





SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 02
CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA...................................................................... 03
DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO................................................................. 04
CONCLUSÃO............................................................................................................ 05
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................................06
AUTO - AVALIAÇÃO.............................................................................................. 07























INTRODUÇÃO
Como introdução do relatório, o aluno deverá apresentar as finalidades do estágio, é um documento obrigatório, tendo que seguir as normas exigidas pela instituição. O relatório tem certos padrões que devem ser seguidos: não poderá ter figuras e imagens, a linguagem tem que ser clara e objetiva, verificar se não há repetições ou omissão de alguma informação importante durante o estágio para ser incluída, e não se esquecer da formatação, espaçamento, margens e colocar a numeração no roda pé inferior a direita da folha. Acreditamos que o relatório pode ser considerado como narrativo, é necessário fazer anotações dos acontecimentos percorridos no estágio para melhor aproveitamento no momento de narrar.
Falar sobre as expectativas que você aluno teve ao iniciar o estágio. Caso forem citados autores e livros no texto do relatório, haverá a necessidade de colocá-los também nas referências bibliográficas.
OBSERVAÇÃO: CADA MODALIDADE TERÁ NO MÁXIMO 10 FOLHAS PARA DESENVOLVER SEU RELATÓRIO.

Procedimentos da Formatação Padronizada:
  •  Fonte: Times New Roman: (Tipo de Letra Padrão);
  •  Tamanho da Fonte da Capa:
- Nome do Aluno: (Tamanho da Letra 14);
- Título: Relatório de Estágio: (Tamanho da Letra 36);
- Subtítulo: - As Três Modalidades: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Gestão     Escolar; (Tamanho da Letra 14);
- Nome da Cidade, Turma, Mês e Ano (Tamanho da Fonte 12);
  •  Título: 14. (Tamanho da Letra);
  •  Tamanho da Fonte do Texto: 12.( Tamanho da Letra);
  • Margem Superior, Inferior, a Direita e a Esquerda: 2cm;
  • Espaçamento da Linha: 1,5cm;
  • Parágrafos: Formatação Padrão do Word: 1,25cm;
  • Alinhamento (Texto Justificar) e (Título Centralizado);





CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA

Nome da escola:
Endereço:
   Histórico da escola;
“Olhar do Estagiário”
Estrutura da Escola: (Não há necessidades da planta da escola, somente especificar na escrita a estrutura).
Organização da Escola:
- Quem atende?
- Numero de alunos (Total).
- Quantidade de Turmas.
- Horário de funcionamento.
Recursos Físicos (Quadra, biblioteca etc.).
Recursos Materiais Didáticos;
Quantidades de Funcionários separados por cargo.
                        Ex: 2 Diretores;
                              2 Merendeiras e etc...
Observação: Essa observação será para todas as modalidades principalmente na modalidade de gestão.















DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO
Relatar todas as atividades coletadas, participação em sala de aula e regência. (Educação Infantil e Ensino Fundamental).
Não anexar qualquer papel ao não ser algo exigido pela instituição.
Observação de Gestão Escolar:
         -Projeto Político Pedagógico
         - Proposta Pedagógica;
         - Planejamento;
         - Professores;
         - Alunos;
         - Participar da HTPC;
- APM;
- Conselho de Classe;
- Reunião de Alunos;
- Confraternizações e Eventos Escolares;
- Relatar todas as atividades desenvolvidas pelo Diretor, Coordenador e Supervisor;
- Os professores conhecem o projeto pedagógico da escola?
- Existe a presença do diretor, coordenador e supervisor na escola?
- Existem reuniões da HTPC?
- Descrever as observações feitas nos HTPCs;








CONCLUSÃO

A conclusão deve ser breve e objetiva, pois, serão as considerações finais do estágio.



























REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Caso exista citações no relatório de estágio de autores e livros colocar aqui.

Exemplos de citações de referências bibliografias:

Livro:
FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Práticas de Recursos Humanos- PRH: conceitos, ferramentas e procedimentos. São Paulo: Atlas, 2007.

Capítulo de livro:
ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16.

Em meio eletrônico
POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa: Priberam Informática, 1998. Disponível em: <http://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 8 mar. 1999.

















AUTO – AVALIAÇÃO

O aluno deverá se auto-avaliar em relação ao estágio: Sua participação, observação, postura, quais valores agregaram, se sentiram dificuldades durante o estágio e na construção do relatório, como foi à receptividade dentro da escola e da sala de aula e se houve troca de experiência.















Caro(a) aluno(a),
Caso existam dúvidas em elaborar o relatório de estágio, por favor, entrar em contato com o Dep. Pedagógico.
Atenciosamente
Telefone: 0800 770 47 99
Observação: apagar todas as anotações para elaboração do estágio.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

ESQUEMAS DE AÇÃO DE PIAGET/ NE

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/esquemas-acao-piaget-sujeito-epistemico-jean-617999.shtml

Esquemas de ação de Piaget

Com o conceito de esquemas de ação, Jean Piaget mostrou como as ações dos indivíduos sobre o meio são o motor da aquisição de conhecimento

Elisângela Fernandes (novaescola@atleitor.com.br)
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PERÍODOS EM FOCO As pesquisas de Piaget <i>(na foto em uma escola nos anos 1970)</i> deram relevo à primeira infância. Foto: Bill Anderson/Photo Researchers, Inc./Latinstock. Pesquisa iconográfica
Josiane Laurentino
PERÍODOS EM FOCO As pesquisas de Piaget (na foto em uma escola nos anos 1970) deram relevo à primeira infância
O bebê explora, põe tudo na boca, descobre novos objetos. A menina brinca de casinha, o menino representa uma corrida com seus carrinhos de brinquedo. Um pouco mais tarde, ambos voltam a atenção às regras de conduta e moralidade. Já o adolescente, mais reflexivo, é capaz de construir argumentos para rebater os dos pais e planejar o próprio futuro. São formas diferentes de interagir com o mundo, que vão se tornando mais complexas à medida que o indivíduo cresce. Na obra de Jean Piaget (1896-1980), esses mecanismos recebem o nome de esquemas de ação e são considerados o motor do conhecimento.

Há inúmeras possibilidades de esquemas de ação (leia um resumo do conceito na última página). Mamar, sugar, puxar e prender são esquemas comuns no desenvolvimento da inteligência sensório-motora (em média, até 2 anos de idade). Imitar, representar e classificar é típico da inteligência pré-operatória (aproximadamente de 3 a 7 anos), assim como ordenar, relacionar e abstrair caracteriza o período operatório-concreto (de 8 a 11 anos). Já argumentar, deduzir e inferir aparece na estruturação da inteligência operatória formal (a partir dos 12 anos). É com base nesses esquemas que as pessoas constroem as estruturas mentais que possibilitam o aprendizado (leia um trecho de livro sobre o assunto no quadro da próxima página). "Inicialmente, isso se dá com a experiência empírica, concreta. Em seguida, conforme a criança vai se desenvolvendo, ela caminha em direção ao pensamento formal, abstrato", explica Agnela da Silva Giusta, professora de Ensino de Ciências e Matemática da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG).

As pesquisas científicas de Piaget sobre as características do pensamento infantil receberam a contribuição de importantes acontecimentos em sua trajetória pessoal. Entre 1925 e 1931, nasceram seus três filhos, ponto de partida para uma etapa de observação de seus comportamentos. Após uma criteriosa análise dos dois primeiros anos de vida dos bebês, Piaget chegou à conclusão de que a inteligência se desenvolve desde o nascimento - e não com o surgimento da fala, como era comum pensar até o início do século 20.

No livro A Epistemologia Genética, o pensador suíço divide o processo "dinâmico e infinito" do desenvolvimento da capacidade de conhecer em quatro períodos. No sensório-motor, que vai desde o nascimento até os 2 anos, a criança conhece o mundo por meio dos esquemas de ações que trabalham sensações e movimentos. Ao nascer, o bebê percebe o mundo como uma extensão do seu corpo. Ao desenvolver o esquema de sucção, por exemplo, o bebê começa a diferenciar o que é seio da mãe, o bico da mamadeira, a chupeta ou mesmo o dedo. Com o tempo, consegue identificar objetos que são sugáveis ou não. Um dos principais resultados desse período é a criança tomar consciência de si mesma e dos objetos que a cercam. "Esse processo é chamado por Piaget de construção do objeto permanente, ou descentração", explica Cilene Charkur, professora aposentada da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), campus de Araraquara.

Nessa fase, mesmo antes de falar e pensar, a criança consegue realizar condutas consideradas lógicas, ligadas à ação sobre objetos concretos. Um bebê de 8 meses, por exemplo, pode afastar um brinquedo para pegar outro de seu interesse. "Nesse caso, ele coordena dois esquemas: um esquema meio (afastar) e outro esquema fim (pegar). Trata-se de uma integração recíproca entre duas ações e não só uma associação mecânica", afirma Adrian Oscar Dongo Montoya, professor da Unesp, campus de Marília.
Continue lendo a reportagem
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Publicado em NOVA ESCOLA Edição 239JANEIRO/FEVEREIRO 2011. Título original: A inteligência em três tempos